quarta-feira, 15 de julho de 2009

Soneto de Incerteza

Ah meu Deus, meu peito não aguenta
Essa angustiante e imensa dor
Não há na Terra igual tormenta
Que a incerteza de um amor

Ao declarar-lhe em louvor
Todo o amor que me alimenta
A inconstância da amada traz temor
E a angustia n'alma só aumenta

Ah minha doce e amada criatura
Quem dera ouvir-te em verdade
Que me amas e que não é desventura

Que a incerteza não era realidade
Mas se a imparcialidade na tua face perdura
Prefiro um "não" a sofrer toda a eternidade.

2 comentários:

  1. Como es modesto, meu amigo. Essa poesia é linda, não há nada de esboço nela!
    Parabéns!
    ¡Bienvenido a ese universo increible de interacción!

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  2. Te amo... e não é desventura
    ;]

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